Os limites do pensamento e o ideal ascético

Anita Tandeta

Sendo Foucault leitor de Nietzsche, esta comunicação pretende fazer parte do mapeamento da questão tecida nas paginas de Nietzsche: como questionar profundamente os limites do pensamento sem cair no contra-senso de supor que o próprio pensamento terá instrumentos intrínsecos para questionar-se a si mesmo? Nietzsche apresentou a tarefa de questionar os limites concretos das produções de pensamento, isto é, a tarefa de localizar, nas produções da cultura, os silêncios que elas promoviam. Nesse movimento, deparou com a construção do que chamou de ‘homem moderno’, habitante de uma cultura sustentada por ideais ascéticos. O presente trabalho apresenta uma articulação de algumas aberturas para o pensamento que emergem a partir da radical posição de intérprete que foi a de Nietzsche.

Nietzsche, metafísica, ideal ascético, razão, violência

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